Fui surpreendido, agora há pouco, com a notícia da suspensão das atividades legislativas da Câmara de Vereadores de Petrolina em decorrência do desabastecimento por conta dos transtornos que a paralisação dos caminhoneiros estaria trazendo para os servidores da Câmara e para os próprios vereadores se deslocarem para cumprir seus expedientes.
Não concordo com a decisão do Presidente, mas respeito. Não era a hora de suspender as atividades, mas de nos unirmos e trazer o tema para discussão em plenário, com a participação da população, de representantes das entidades participantes dos protestos, de empresários dos ramos de combustíveis e alimentos, enfim, unirmos esforços para ajudar a encontrar uma solução para a crise que se instala no Município, no Estado, no País.
Até mesmo o Gestor do Executivo Municipal que decretou “situação de emergência nas áreas do Município de Petrolina/PE em função dos desdobramentos decorrentes da greve dos caminhoneiros” não determinou a paralisação das atividades administrativas. Ao contrário, o Prefeito determinou que as equipes das Secretarias se mobilizem para minimizar os efeitos dos protestos legítimos que se iniciaram com os caminhoneiros e já encontra apoio em outras categorias.






