A vereadora Marielle Franco tinha escapado da morte três meses antes de seu assassinato, segundo o ex-sargento da PM Élcio de Queiróz em sua delação.
À polícia, ele relatou que havia passado a virada do ano de 2017 para 2018 na casa de Ronnie Lessa que, alcoolizado, desabafou com Élcio que estava “chateado” por ter perdido “uma oportunidade de chegar a um alvo”, na área do Estácio, semanas antes.
Na ocasião, Lessa disse a Élcio que estava acompanhado do ex-bombeiro Maxwell Corrêa, o Suel, preso ontem e por Edimilson Oliveira, o Macalé, também policial militar, morto a tiros em 2021.
Maxwell tinha a função de dirigir, Ronnie, de atirar, e Edmilson, de fazer a contenção num carro logo atrás. A tentativa de matar a vereadora havia sido frustrada porque Maxwell, que estava dirigindo, não emparelhou com o táxi onde estava Marielle na hora que Ronnie mandou. Suel alegou que deu um problema no veículo, mas Ronnie disse a Élcio que a “não acreditava que teve problema, que foi medo, refugou”, disse em delação. (Agência O Globo)






