O empresário da Vila Catavento em Petrolina (PE), Diogo Lima, afirmou que os comerciantes da cidade estão dispostos a permanecer com seus empreendimentos “não essenciais” funcionando durante a quarenta rígida estabelecida pelo Governo de Pernambuco.
Diogo reforça que esses empreendimentos ficaram seis meses sem faturamento em 2020, em virtude das medidas adotadas para conter o avanço do coronavírus, e que naquele primeiro momento era até compreensível a medida. No entanto, o empresário cita falta de aptidão técnica do Governo para lidar com a situação da pandemia e reforça que a categoria não vai aceitar essa medida rígida novamente.
“O tempo foi dado para eles reestruturar o sistema de saúde. Mas eles fizeram exatamente o contrário . Retiraram o hospital de campanha, diminuíram a quantidade de leitos, fizeram campanha política como se nada estivesse acontecendo e agora estão querendo transferir a responsabilidade para a população”, disparou.
O empresário diz que dessa vez não tem auxílio do governo para a suspensão de contrato de trabalho nem linha de crédito emergencial, inclusive as empresas já realizaram esses financiamentos e ainda estão em processo de pagamento.
“A gente precisa de união. Petrolina optou em abrir apenas o centro da cidade por questão de estratégia (…) A gente não tem opção de fechar (…) A gente está sendo conduzindo por pessoas maus-caráteres. Quem está conduzindo o Estado não tem nenhuma responsabilidade com o cidadão”, disparou.






