O Ministério Público da Bahia iniciou as investigações sobre os crimes de xenofobia após o resultado do 1º turno das eleições. Segundo o MPBA, foi identificado um grande número de postagens nas redes sociais de ataques à Bahia e baianos.
Um dos casos de grande repercussão foi o do influenciador Rodrigo Constantino que chamou a Bahia de “câncer do Brasil” e Salvador de “lixo” após resultado das eleições.
“O objetivo é realizar um trabalho técnico de preservação e coleta de provas para subsidiar a atuação da Promotoria de Justiça que analisará cada situação. Com o apoio do Nucciber, estamos reunindo elementos que permitam identificar autores, preservar conteúdos e fornecer o suporte necessário para a adoção das medidas cabíveis”, afirmou o coordenador do Caocrim, o promotor de Justiça Adalto Araújo.
Segundo ele, a preservação das evidências digitais é fundamental diante da rapidez com que conteúdos podem ser alterados ou removidos das plataformas. Adalto Araújo ressaltou ainda que manifestações ofensivas dirigidas a grupos podem configurar infrações penais e serão analisadas individualmente pelas Promotorias de Justiça competentes.






