Entenda a síndrome que deixa UTIs pediátricas superlotadas

    A situação de emergência de saúde decretada pelo governo de Pernambuco na última terça (20), por causa da superlotação de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) neonatal e pediátrica, acendeu o alerta diante do aumento de casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) no estado.

    De acordo com a infectologista Regina Coeli, além dos sintomas gripais, como coriza e tosse, o que ajuda a caracterizar a Síndrome Respiratória Aguda Grave é o cansaço para respirar e a baixa de saturação de oxigênio.

    Segundo a médica, por causa da sazonalidade do período, as pessoas tendem a ficar mais aglomeradas, por causa da chuva e do frio, em locais como shoppings, o que aumenta a compartilhamento viral.

    “As crianças não têm as etiquetas respiratórias que praticamos, como espirrar e tossir no lencinho”, disse a pediatra.
    Regina Coeli também afirmou que a criança alérgica ou asmática pode apresentar uma piora com mais facilidade.
    Quando levar a criança para o hospital?

    A médica explicou que:

    Se a febre persistir e a pessoa apresentar uma dificuldade para respirar, é necessário levar à emergência;

    No caso de crianças asmáticas e alérgicas, é necessário ter um cuidado maior e levar ao pediatra assim que surgirem os primeiros sintomas. (g1 PE)

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