O jornalista Betinho Souza denunciou ao Programa Edenevaldo Alves, o péssimo atendimento prestado no escritório da Compesa em Petrolina (PE).
Betinho é cego e usa cadeira de rodas. Após a constante falta de água no bairro Vila Eduardo, onde mora com mais duas pessoas em sua casa e recebimento de faturas da Compesa com valores altíssimos, o jornalista foi até o escritório na tentativa de conseguir um desconto devido às suas condições de saúde. O morador relatou o tratamento desumano que presenciou com diversos clientes.
“De repente naquela falta de água a gente sentia uma zoada no contador e sem água. Nós chegamos a comprar água na porta de casa, chegamos a gastar com água mineral e a conta veio R$ 200. No mês seguinte, deu novamente problema de falta de água e chegou a conta com um valor bem maior quase R$ 300. Daí eu fui lá [Compesa] para pedir um desconto, ao chegar lá eu me deparei com situações horríveis, gente gritando, gente saindo chorando pessoas pedindo para falar com o gerente ou supervisor, e eles diziam que não estavam lá, porque eram uma terceirizada e não resolviam nada. É estranho, eles não resolvem nada e ficam rindo das pessoas. Eles estão lá só para rir das pessoas e dizer que não podem fazer nada. Esse escritório em Petrolina não precisa mais estar aberto. Eu faço um apelo ao gerente da Compesa que faça uma fiscalização porque todos os atendentes riem das pessoas, não ajudam em nada. Eu com ficha de prioridade, demorei a ser atendido, sem enxergar nada, cansado, já tinha passado a hora de tomar minha insulina. Voltei para casa com as contas e a resposta é que eu tenho que pagar que eles não podiam fazer nada”, contou Betinho.






