
A Reunião Plenária da Alepe foi marcada por apelos para que o Governo do Estado adote medidas de controle da inflação e não realize o Carnaval 2022 em função das consequências da Covid-19.
O líder da Oposição na Casa, Antônio Coelho, do Democratas, pediu que o Executivo estadual congele base de cálculo do IPVA, de forma a amenizar o impacto da alta inflacionária em Pernambuco. “A valorização dos veículos novos e usados pode resultar em uma cobrança 31% superior à do ano passado. Isso acontece (…) porque carros normalmente depreciam com o tempo, mas devido às anomalias da pandemia do coronavírus, estamos testemunhando a valorização expressiva dos veículos. Então o contribuinte pernambucano pode ser surpreendido com uma cobrança muito maior justamente neste momento que apresenta tantos desafios econômicos”.
O deputado explicou que a onda inflacionária global, causada pela interrupção de cadeias logísticas, tem impacto no nível de preços no Brasil, apesar de opinar favoravelmente à política econômica do Governo Federal, em especial em relação à agenda de reformas liberalizantes e concessões de infraestrutura. Coelho ainda criticou a gestão estadual, observando que Pernambuco tem os piores índices de desemprego do País e uma infraestrutura decadente, apesar da crescente arrecadação.
Já Pastor Cleiton Collins, do PP, defendeu que, em função da continuidade da pandemia da Covid-19, não seja realizado o Carnaval de rua em 2022. “Eu estive, esta semana, conversando com vários prefeitos para que eles realmente já se posicionassem. Alguns já se posicionaram, outros estão esperando o Governo do Estado, ao qual mais uma vez faço o apelo para que não haja o carnaval de massa em 2022, realizado pelo poder público, principalmente não só pela questão financeira, mas porque nós estamos ainda lutando para vencer essa pandemia”.





