A delegada do Caso Beatriz, Polyanna Neri reforçou em entrevista que as imagens apagadas do circuito interno e que foram recuperadas podem revelar o desfecho do crime, ocorrido no dia 10 de dezembro de 2015 no Colégio Auxiliadora.
“Essas imagens podem mostrar o suspeito que participou do crime durante a noite, e esse arquivo foi apagado”, disse.
A delegada considerou ainda que um dos avanços da investigação foi o pedido de prisão preventiva do suspeito de apagar as imagens.
“Nós avançamos significativamente com essa preventiva, ele nega que apagou as imagens, mas esse é um recomeço da investigação, existiram muitas desculpas para entregar o aparelho, marcavam vários dias e disso foi descoberto que tudo foi apagado”, enfatizou.
De acordo com a delegada, Allinson Henrique de Carvalho Cunha tinha uma empresa de informática e prestava serviço ao Colégio Auxiliadora e manuseava as câmeras de segurança.
“Ele e uma outra funcionária tinham acesso ao circuito, mas tudo segue em sigilo”, conclui a delegada.






