Sem revelar qualquer informação sobre o inquérito do Caso Beatriz, uma das promotoras da força-tarefa criada para agilizar as investigações Rosane Cavalcanti concedeu entrevista ao Blog e pediu ainda mais sigilo para que o andamento do processo ocorra sem atrapalhar as análises.
“Nós continuamos nas investigações, fazendo o possível para encontrar o assassino de Beatriz, esse é um compromisso do Ministério Público, não falta empenho dos envolvidos, mas não podemos falar à públicos das investigações tudo está sendo feito sob sigilo, estamos concluindo uma série de diligências”, afirma.
A promotora frisa que a relação entre Ministério Público e Polícia Civil é firme e que a parceria continua sendo estreita.
“A investigação é da polícia, mas estamos sendo sempre parceiros, até porque o momento é de unir forças e não de dividir forças”, ressaltou a promotora.
Na força-tarefa haverá uma alteração. A promotora Ana Rúbia confirmou a este Blog que vai se aposentar de suas funções no início de setembro e o caso continuará sendo investigados por quatro promotores.
“Essa é a única alteração, serão quatro promotores na força-tarefa. Nós já conversamos tudo que tínhamos a dizer com os pares e estamos de portas abertas, mas não podemos tornar público as investigações”, finaliza Rosane Cavalcanti, promotora de justiça de Petrolina.






