Pouco mais de dois meses após o Rio Acre, em Rio Branco (AC), alcançar a segunda maior cota histórica e atingir mais de 70 mil pessoas com uma enchente devastadora, o manancial chegou a 2,52 metros em maio, menor marca para o mês nos últimos cinco anos. A situação alerta para a possibilidade de um período de seca que, segundo especialistas, pode se antecipar e se tornar cada vez mais frequente em um menor espaço de tempo.
Desde o início deste mês, o principal afluente do estado está abaixo de 4 metros e preocupa autoridades pela possibilidade de uma seca severa em 2024. Na quinta-feira (30), a Defesa Civil Municipal marcou 2,52 metros, mais de 15 metros abaixo do que foi registrado em 6 de março deste ano, quando o manancial alcançou 17,89 metros e se configurou como a maior enchente desde 2015 em Rio Branco.
O coordenador da Defesa Civil Estadual, coronel Carlos Batista, afirmou em entrevista ao g1 que o nível do Rio Acre está abaixo do mesmo período em 2023, o que pode ser indicativo de seca intensa em 2024. Segundo ele, o estado se prepara com planos de contingência para amenizar os impactos de uma possível estiagem prolongada. (G1)






