Triatleta Ana Augusta revela tristeza por equipe não conseguir visto para participar de campeonato no Havaí

A triatleta Ana Augusta publicou um desabafo nas redes sociais após os Estados Unidos negarem vistos a alunos que a acompanhariam no Campeonato Mundial de Ironman, marcado para 10 de outubro, no Havaí. Conhecida como “mãe” por seus projetos sociais, ela afirmou estar triste, e frustrada diante da decisão, que, segundo seu relato, não foi acompanhada de uma explicação sobre os motivos das recusas.

Os atletas fazem parte da trajetória de Ana Augusta no triatlo desde 2016. Neste ano, o grupo completa uma década de treinos em conjunto. A esportista contou que assumiu trabalhos extras e reorganizou as próprias finanças para viabilizar a viagem dos alunos, que representariam uma parte importante de sua história no esporte.

“Eu queria levá-los para o Campeonato Mundial de Ironman comigo lá no Havaí, dia 10 de outubro. E na minha cabeça, eu não queria levar só amigos. Eu queria levar parte da minha história, porque o Campeonato Mundial de Ironman pode até ser individual, mas minha história no triatlo nunca foi e nunca vai ser”, afirmou.

Segundo Ana Augusta, os atletas viajaram até Recife para solicitar o visto estadunidense. Ela diz ter desembolsado mais de R$ 3 mil somente com passagens, além dos custos dos formulários, que somaram quase R$ 5 mil.

“E eu fiquei triste mesmo por terem negado o visto. Eu tinha organizado passagens pra Recife e investido também três mil e tantos reais de passagens. O formulário pra tirar o visto foi mais de mil e poucos reais de cada um, ou seja, quase cinco mil reais de formulário de visto, acreditando que iria dar certo”, relatou.

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