Ingridy Vitória Cassiano da Silva Tenório viveu apenas 13 anos e alguns dias. Pelas publicações nos seus perfis nas redes sociais, era uma adolescente carinhosa e querida pelos familiares e amigas, que costumava acompanhar missas online e exaltava a sua fé.
Ingridy não se diferenciava da maioria das meninas da sua idade. Vaidosa, publicava dezenas de selfies e reels exibindo um sorriso contido, meio tímido, sonorizados por hits do momento, curtidos pelos jovens da sua geração.
Outras postagens, e não são poucas, dão a ideia do quanto ela era querida, entre abraços de amigas e declarações carinhosas. Nos stories do Instagram, Ingridy segmentava este carinho, mostrando imagens com Adriana Gomes, a mãe, e João, seu irmão de quatro anos.
O que nem sempre se encontra em perfis de adolescentes como Ingridy são referências religiosas. Em alguns stories, ela mostra cenas de missas e procissão.
A fé da garota esta na BIO do seu perfil do Instagram: “I João 4:19”, um verso bíblico que diz: “Nós amamos, mas Ele nos amou primeiro. Deus nos amou primeiro!”.
Em uma das imagens, ela assistindo a uma missa do Frei Gilson. Em uma mão, o celular. No outro, o Terço.






