Professor Celso Franca ressalta necessidade dos professores, alunos e técnicos administrativos no processo eleitoral da Facape

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    O professor Celso Franca abriu o debate na Casa Plínio Amorim com o demais vereadores  sobre o estatuto da Faculdade de Ciências Sociais de Petrolina, (Facape), no que diz respeito ao processo eleitoral para diretor-presidente da instituição. Celso Franca fez o uso da palavra na tribuna e detalhou a luta e necessidade de igualar o peso de votos dos professores, alunos e técnicos administrativos.

    “Nossa intenção é conseguir o apoio dos vereadores para mudar o estatuto da Faculdade no ponto que se refere a questão da paridade proporcional dos votos. Hoje nós temos o peso de votos dos professores de 50%, 40% de peso para os alunos e 10% para os técnicos administrativos e isso aí é uma humilhação muito grande. Então nós queremos uma paridade proporcional de um terço para cada segmento. Isso não altera em nada, deixa tudo proporcional, inclusive como já acontece em várias universidades do Brasil. Será que os técnicos administrativos só valem 10%? Se eles valem só 10% de peso, também deveria trabalhar apenas 10% nesse caso. Então não é justo. Nós queremos também sensibilizar o prefeito Julio Lóssio que tem também o poder, além do conselho deliberativo autárquico da Facape e teremos a votação desse item na próxima terça-feira, dia 06, mas também depende do executivo. Então queremos sensibilizar o chefe do executivo para que mude porque isso é um avanço, a Facape não pode ficar para trás”, ressaltou.

    Celso Franca revelou que é preciso eliminar o autoritarismo reconhecendo as diferenças dos três segmentos da instituição e exigiu o direito,  à representação dos professores, alunos e técnicos administrativos na autarquia.

    “já é hora de relegarmos ao passado esse autoritarismo, corrigirmos essa injustiça e avançarmos no processo de democratização na eleição da Facape, reconhecendo as diferenças de cada um dos três segmentos, mas não utilizando-as como base para o argumento conservador e tecnocrático, que respalda a divisão. Queremos reforçar nossa consciência democrática e exigir seu direito o de representação, concluiu Celso Franca.

     

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