Um novo medicamento, menos tóxico do que a quimioterapia tradicional, aumenta as chances de sobrevivência das pacientes diagnosticadas com câncer de mama. Os resultados da pesquisa foram apresentados no sábado (01), durante a reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica em Chicago, nos Estados Unidos e teve efeitos positivos no Brasil, já que a patologia atinge cerca de 60 mil novos casos a cada ano no país.
O método de funcionamento, segundo os pesquisadores, foi através da adição de um medicamento conhecido como inibidor de ciclinas no tratamento, que elevou as taxas de sobrevivência a 70% contra 46% das mulheres que receberam o tratamento padrão.
Ao todo, 670 casos foram analisados e a pesquisa optou por mulheres com menos de 59 anos , que tinham câncer avançado (na etapa 4) e que não tinham recebido tratamento de bloqueio hormonal prévio.
De acordo com a autora principal do estudo, Sara Hurvitz, o método pode ter uma resposta melhor de eliminação da doença, ao acrescentar o inibidor do ciclo celular.
(Informações: Uol)






