Greve dos bancários de Petrolina, Juazeiro e região continua após reunião terminar sem acordo

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    A expectativa de que a federação que representa os bancos apresentasse uma proposta melhor para o Comando Nacional dos Bancários, em rodada de negociação realizada na tarde de ontem (15), foi frustrada mais uma vez.

    Em seu 11º dia, a greve dos bancários fechou mais da metade das agências do país, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). De acordo com sindicato dos bancários, 29 agências de Juazeiro e região estão fechadas. Em Petrolina são 16 agências.

    “Os bancos chamaram para uma negociação e não apresentaram nenhuma nova proposta, um desrespeito com os trabalhadores e a população. A greve continuará firme e forte. Nossa greve vai crescer a cada dia porque sabemos que nossas reivindicações podem ser atendidas pelo setor mais lucrativo do país”, disse o presidente do sindicato dos bancários de Juazeiro, Maribaldes da Purificação.

    No dia 30 de agosto os bancos apresentaram proposta com reajuste de 6,5% com um abono de R$ 3.000, o que levou à deflagração da greve. A segunda proposta, feita na semana passada, com reajuste de 7% (com 2,39% de perda salarial) e abono de R$ 3.300, foi rejeitada pelos sindicatos na mesa de negociação.

    Em Petrolina, o presidente do sindicato dos bancários Augusto Ribeiro, pediu desculpas a população pelos transtornos causados pela greve.

    A Fenaban disse em nota que “o modelo de aumento composto por abono e reajuste sobre o salário é o mais adequado para o atual momento de transição na economia brasileira, de inflação alta para uma inflação mais baixa”.

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