Neste fim de semana faltou carne na Areia da Areia Branca. Cerca de 40 marchantes não foram trabalhar no espaço com medo da fiscalização. Os que vieram se arriscaram e mais da metade das bancas ficaram vazias.
Na última quarta-feira, (22), o Feirante Manoel Pedro de Araújo foi atuado durante fiscalização da Vigilância Sanitária por origem de carne clandestina. O feirante trabalha na feira livre da Areia Branca desde o sete anos e relata que nunca trabalhou de forma irregular. Segundo ele, o prejuízo chega R$ 4 mil.
Os feirantes revelam que os clientes estão insatisfeitos porque muitos encontram verduras, mas não encontram a carne.
O matadouro de Petrolina está fechado desde o mês de fevereiro desse ano e os animais precisam ser abatidos na cidade vizinha, Juazeiro (BA), mas os marchantes alegam que essa situação só eleva os custos e reclamam da falta de estrutura do local onde trabalham. Alguns consumidores que foram à feira da Areia Branca, apoiaram os comerciantes e a celeuma continua.






