Candidatos ao Conselho Tutelar de Petrolina entram com ação na justiça para cancelar resultado da eleição

    Uma série de denúncias marcaram o Programa Edenevaldo Alves, na manhã desta quarta-feira (7) pela rádio Petrolina FM. Algumas delas foram relatadas pelos candidatos, Maria do Carmo lima e Miqueias de Souza. Os dois concorreram a vaga de conselheiro tutelar, mas não ganharam a eleição.

    carmoEntre as irregularidade do processo, Maria do Carmo chegou a afirmar em sua participação no programa que o primeiro colocado da eleição, Evaldo Francisco de Souza que teve 568 votos, é cargo comissionado da Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedesc).

    “Quem ganhou a eleição em primeiro lugar, trabalha na Sedesc é cargo comissionado, ele ficou muito nervoso porque ele tava tendo poucos votos em algumas urnas e em uma específica, ele teve quase trezentos votos”, afirmou.

    Em outros locais de votação, o candidato, Miqueias de Souza revelou que algumas urnas apresentavam sinais de perfurações e que os fiscais não cumpriram sua função. ” Não havia um órgão fiscalizador, nos lugares de votação e em algumas cidade de Pernambuco as urnas eram eletrônica e aqui em Petrolina,  eles alegaram que a justiça eleitoral não liberou as urnas, revelou.

    Miqueias contou ainda que na hora da contagem dos votos das urnas o8, 26 e 37, apenas um documentosouza de identificação dos eleitores constava nas cédulas de papel. Ele ainda questionou porque não houve registro de votos com o seu nome.

    “Eu conferi algumas urnas e elas estavam irregulares, com documento incompletos e não entendi o motivo de só contabilizarem os votos no outro dia pela manhã, a contagem teria que acontecer na hora que a votação terminasse, eu peço que o poder judiciário escute nossos argumentos que são verdadeiros, não tinham nem computados votos em meu nome em alguns locais das urnas, cadê os votos dos meus familiares? Nem isso” contou.

    Os dois candidatos ao conselho tutelar revelaram a nossa equipe que irão encaminhar essas e outras irregularidades encontradas por eles ao Ministério Público. Eles também pedem a anulação do processo, pois revelam que foram lesados.

    Com a palavra a Secretaria de Cidadania da Prefeitura. 

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