A frente é encabeçada pelos ex-governadores João Lyra Neto (PSDB e o Joaquim Francisco (PSDB), os senadores Armando Monteiro (PTB) e Fernando Bezerra Coelho, os ministros Fernando Filho (Sem partido; Minas e Energia) e Mendonça Filho (DEM; Educação) e o deputado federal Bruno Araújo e seus respectivos partidos. Participam também as siglas Podemos, PRB, PV e PRTB.
O terceiro encontro será marcado por uma reavaliação do quadro diante da conjuntura nacional e local. O grupo ainda não definiu o número de palanques e quais serão os nomes que integrarão a chapa. Ficou pactuado que as pré-candidaturas iriam ser trabalhadas normalmente até o ato em Caruaru. Diante a possibilidade da aliança entre PT e PSB, que ganhou mais um capítulo com o adiamento do prazo para que seja apresentada uma proposta de apoio a outro partido pelo PT,cresce a tese de que a oposição deve lançar dois palanques para assim viabilizar um segundo turno.
Mas a oposição só deve bater o martelo sobre quem concorrerá no mês de abril com o final da janela partidária dos deputados federais e estaduais, uma vez que a definição das chapas proporcionais tem influência direta na eleição majoritária. Além da questão do PT-PSB, outros fatores externos influenciam na definição das candidaturas, como a batalha jurídica travada entre Fernando Bezerra contra o presidente do MDB-PE e vice-governador Raul Henry e o deputado federal Jarbas Vasconcelos pelo comando do diretório estadual da sigla. Fernando Filho, que está sem partido, espera a resolução do imbróglio a favor do seu pai para se filiar ao MDB.






