O grupo suspeito de planejar atentados terroristas no centro de Brasília durante as eleições tinha mapas dos ministérios, do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal, e não defendia um partido ou político específico. Eram apartidários.
De acordo com exibição do programa Fantástico, da TV Globo, no domingo, 9, o monitoramento do Ministério da Justiça mostrou que o grupo não “tinha lado”, “não tinha ideologia”, eles “queriam a revolução”.
As comunicações dos integrantes ocorriam em dois grupos do aplicativo Telegram. Entre os planos discutidos, estava o de “explodir o edifício do debate onde os eleitos do 2º turno irão debater”.
Eles estudavam construir explosivos, coquetéis Molotov e artefatos explosivos para os planos.
A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou, no dia 4 deste mês, a Operação Rede Interrompida para desarticular o grupo criminosos.
Segundo a investigação, os alvos discutiam a invasão de prédios públicos, a seleção de alvos, formação tática, recrutamento de integrantes em diferentes estados, análise de mapas e compartilhamento de plantas arquitetônicas de edifícios da capital federal.
Em Pernambuco, um seminarista vinculado a um monteiro foi alvo de mandado de busca e apreensão.






