A Polícia Civil concluiu a investigação sobre o esquema de corrupção na Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes, em Petrolina (PE) e indiciou nove pessoas.
No grupo estão policiais penais, detentos e um ex-diretor, afastado desde agosto de 2025 após a operação Publicanos.
Segundo o inquérito, o esquema funcionava com pagamentos via Pix. O dinheiro seria propina para entrada de drogas, álcool, celulares e até para vender cantinas e camas dentro do presídio. Prints de WhatsApp foram usados como prova.
O ex-diretor, apontado como chefe do grupo, usou tornozeleira eletrônica até abril deste ano.Os indiciados responderão por: organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva e facilitação de entrada de celular. O caso foi enviado ao Ministério Público.






