A HU Brasil informa que permanece em processo de negociação com as entidades representativas dos empregados e empregadas para a celebração do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2026/2027, cuja data-base está fixada em 1º de junho de 2026.
As tratativas vêm sendo mediadas pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) desde a última terça-feira (24), com nova rodada de negociação agendada para esta terça-feira (31). Na reunião realizada nessa segunda-feira (30), a estatal apresentou o primeiro índice econômico visando avançar no entendimento entre as partes.
A estatal reforça que tem adotado medidas para assegurar a continuidade da prestação dos serviços essenciais de saúde à população, resguardando o interesse público.
Destaca-se que o último ACT (2024/2026), ainda vigente, firmado com as entidades sindicais, contemplou avanços relevantes tanto do ponto de vista econômico quanto social, reafirmando o compromisso com o diálogo permanente e com a valorização dos(as) trabalhadores(as).
No cenário local, em Campina Grande, no Hospital Universitário Alcides Carneiro, a adesão de empregados da HU Brasil à greve é de cerca de 13%. Serviços essenciais seguem mantidos, como UTI, enfermarias e oncologia. Também estão funcionando os ambulatórios e serviços de teste ergométrico, espirometria (à tarde) e pequenas cirurgias.
Embora não estejam em sua capacidade plena de atendimento, permanecem em funcionamento bloco cirúrgico, nefrologia, otorrinolaringologia, infectologia, neuroendocrinologia, pneumologia, hematologia pediátrica, psiquiatria pediátrica e endocrinologia pediátrica. Estão com atendimento interrompido em função da greve as unidades de exames laboratoriais e de imagem, reumatologia, cardiologia e hematologia adulta.
A administração do HU segue monitorando em tempo real a situação e mantendo diálogo permanente com o comando de greve.
Em Petrolina (PE), a EBSERH afirma que adotou medidas para garantir a continuidade dos serviços considerados essenciais. No HU-Univasf, seguem mantidos atendimentos de emergência, funcionamento do bloco cirúrgico, internações e consultas ambulatoriais voltadas para retorno cirúrgico. (Foto: Emerson Rocha).






