Cerca de duas semanas após a constatação da morte da brasileira Juliana Marins, após cair numa encosta do Monte Rinjani, na Indonésia, o Esquadrão Rinjani, que atua no parque, passou por uma aula imersiva de resgate vertical. A intenção não é só aprimorar as habilidades técnicas em terreno vertical, mas também fortalecer a preparação da comunidade em áreas propensas a desastres.
Agam, o montanhista que ajudou no resgate da brasileira, também participou do treinamento, que se aprofunda em técnicas de evacuação, sistemas de corda, para o desenvolvimento de âncoras projetadas para responder a condições extremas no campo. Segundo os responsáveis, a iniciativa é parte de um investimento a longo prazo na resiliência humana e na preparação local para riscos geológicos e climáticos complexos.
(Agência O Globo/Foto:reprodução)