A família de Sebastião Pereira, de 27 anos, que morreu na segunda-feira (04) pelo novo coronavírus, em Petrolina, reclamou do local e de como foi conduzido o enterro do jovem.
Em entrevista ao locutor Sérgio Lopes na rádio Ponte FM, a esposa de Sebastião, relatou que o enterro do seu marido foi “desumano” com pedaços de madeira ao lado e que o espaço não era limpo.
Dúvidas dobre a morte do marido
Wedna, conta que antes da morte do marido, não foi informada sobre as condições de saúde dela e que o mesmo passava bem.
“Primeiro ele teve Síndrome Respiratória Aguda, e em outro documento foi que disseram que a causa foi coronavírus, ninguém foi procurado pela secretaria de saúde para fazer teste algum, e quero saber realmente o que aconteceu e porque foi constatado a Covid-19”, questionou.
O jovem Sebastião Pereira, de 27 anos, sofria de doença crônica. Ele estava na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Petrolina e foi regulado no domingo (3) para o Hospital Regional de Juazeiro (BA) por outro agravo de saúde. Durante o internamento no hospital baiano ele apresentou insuficiência respiratória, foi testado para Covid-19 e o resultado deu positivo. Ele morreu na segunda-feira (04) em Petrolina.






