Estudantes brasileiros pedem ajuda para sair da Bolívia após protestos; Duas alunas são de Petrolina

    Supporters of defeated presidential candidate Carlos Mesa clash with those of Bolivian President Evo Morales over contested election results which the opposition claims are a fraud, in Cochabamba, Bolivia, on October 29, 2019. - Bolivia's government on Tuesday invited Mesa to take part in an audit of hotly disputed election results that sparked more than a week of riots amid accusations of fraud favouring the incumbent. President Evo Morales was re-elected in a controversial October 20 vote that featured a sudden and unexplained vote tally shift that benefitted the 60-year-old socialist leader. (Photo by STR / AFP)

    Estudantes do Brasil que vivem na cidade de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, pedem ajuda do governo Jair Bolsonaro para deixar o país sem perder o semestre de aulas.

    O grupo estudantil teme o recrudescimento da violência por causa de manifestações recentes entre partidários e opositores do mandatário Evo Morales.

    Duas estudantes de Petrolina fazem medicina e moram em Cochabamba. Elas relatam problemas na civilização e questões eleitorais e que a universidade não se pronuncia, sendo que até mesmo a comida é restrita e o consulado brasileiro não se posiciona.

    Cerca de 450 brasileiros têm se organizado por grupos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Os estudantes entregaram, na última segunda-feira (28), uma carta ao consulado do Brasil, informa o jornal Folha de S.Paulo.

    O objetivo dos estudantes é que o consulado brasileiro interceda junto à universidade para que o semestre seja encerrado com antecedência e atividades possam ser realizadas online. O fim do semestre está previsto para 11 de dezembro.

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